segunda-feira, 11 de maio de 2020

O Bebê Diabo


 Nas suas notícias assustadoras seguintes, foi dito que ele estaria infernizando toda a região do ABC, causando batidas de carros, separação de casais, etc. 

 Em 11 de Maio de 1975, surgiu uma notícia que só tinha saído apenas em um jornal específico, o "Notícias Populares" foi esse jornal "premiado", que noticiou o nascimento de uma criatura sobrenatural em São Bernado do Campo (São Paulo). 
Capa do "Notícias Populares" em 11 de Maio de 1975 
 A lenda trouxe consigo um pouco de medo e curiosidade para quem a lia, já na primeira noticia disseram as suas características: nasceu com pelos, chifres e um rabo com aproximadamente 5 centímetros. Em sua segunda notícia, foi informado que o tal bebê fugiu do hospital. 
 Após todo esse drama, o jornal noticiou que ele teria sido capturado e internado em uma clínica da região. 
 Tiveram vários boatos de avistamento do tal diabo, e até mesmo suspeitarem de pessoas serem parentes dele, como o próprio "pai" dele. 
 Após tudo isso, houve uma noticia inédita, em que o famoso cineasta Zé do Caixão iria caçar o bebê diabo(que teria supostamente sido levado para o Nordeste) em Salvador.
 Com tempos passados, a sua ultima notícia feita, dizia que o tal bebê teria voltado para o ABC, e continuava a fazer as suas travessuras. Após essa história totalmente inventada criou-se uma lenda incrível de assustadora.   

 E aí, o que você achou dessa lenda? Não pare por aí confira também nossas outras postagens aqui no Blog mais assustador!
 Ghost👻: Eu achei um barato essa saga do tal Bebê Diabo!


 Referência: 


quinta-feira, 7 de maio de 2020

A Gangue do Palhaço

 Em meados dos anos 1990, uma lenda assombrava São Paulo. 
 O tal rumor dizia que uma espécie de gangue vagava por SP, Osasco, raptando crianças na frente das escolas, a gangue era chamada de "Gangue do Palhaço", por conta dos criminosos se vestirem de palhaços para atraírem crianças para dentro de uma van branca (em outras versões a van era azul)e matarem elas por diversos motivos, em alguma das versões era por puro prazer, já em outras era para vender órgãos, prostituição, entre outras barbaridades.

Foto: Pixabay
 Obviamente a lenda foi dita como apenas uma lenda inventada, por conta de nunca avistarem essa tal van e muito menos palhaços matando pessoas. Provavelmente a lenda foi criada apenas para "botar" medo nas crianças para não acreditar em estranhos e nem para aceitar doces duvidosos.   


 E aí o que você achou dessa lenda?
 Ghost👻 : Bom eu acho que essa lenda foi criada apenas para assustar as crianças, assim como o famoso Homem do Saco. Mas não deixa de ser assustador não é mesmo? 


  Referência: 

quarta-feira, 6 de maio de 2020

A Maldição de Mairiporã

 Hoje iremos contar uma lenda curta, mas que acreditam trazer maus preságios. 
 Iremos contar a lenda da maldição de Mairiporã, uma cidadezinha que fica na região metropolitana de São Paulo e que carrega um segredo terrível. 
 Esse segredo consiste em uma maldição lançada na cidade, por volta de 1900, que conta a história de um padre que foi morto pelos coronéis, apenas pelo fato de defender o seu povo contra os abusos deles. Em um dia os coronéis contrataram capangas para humilhar e ensiná-lo a não confrontar eles mais, já que se matassem um padre seria um sinal de muito azar. Porém, os coronéis com seus próprios motivos, acabaram por espancar ele, após isso o homem desmaia e é levado para o Alto da Cantareira, para que lá ele morresse de fome e frio. Milagrosamente, o padre conseguiu ficar vivo e fugir para a cidade, chegando lá ele rogou a seguinte praga:  “Este lugar nunca vai sair do limbo enquanto não nascer um padre filho de Mairiporã”. 
 Os moradores de lá costumam dizer que a cidade realmente tem uma maldição, pois nenhum progresso chega até lá, e até hoje não nasceu um padre filho de Mairiporã. 





 E aí, o que você achou desta lenda? 

 Ghost: Eu nunca tinha ouvido falar dessa lenda, muito assustadora, não?   

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Castelinho da Rua Apa

 Dentre todos os lugares mais misteriosos de SP, está o Castelinho da Rua Apa, cenário de um assassinato brutal e sem uma resposta até hoje.

 De acordo com os registros policiais e pericia, em 12 de maio de 1937, três pessoas foram mortas de uma forma um tanto "estranha". Em um dia os dois irmãos, Armando e Álvaro, tiveram uma enorme briga, os dois portavam armas e acabaram por atrair a mãe, Maria Cândida dos Reis, ao cenário, que tentava apaziguar os filhos. Nisso começa um tiroteio, que acaba matando os três.
 Na época o caso foi apurado rapidamente, e foram tirada duas conclusões: os dois irmãos se mataram junto com a mãe ou um assassino matou eles, vítimas de um triplo homicídio. 
 
 Anos depois o castelinho foi esquecido e ele ficou pela guarda do governo federal. Depois de um tempo essa lei foi revogada e parentes da Dona Maria Cândida tentaram recuperar o imóvel, porém acabou ficando nas mãos do INSS. Infelizmente eles não cuidaram e nem restauraram o local. Ficando assim, podre e esquecido
 Felizmente, o Clube das Mães, que fica ao lado dele, acabou se responsabilizando com a administração do Castelinho. 
Durante longos 70 anos, o Castelinho ficou em pé, graças ao Clube, ele foi sujeitado a ser restaurado, gastando assim R$2.876.643,33, as obras não duraram muito tempo, sendo finalizado em 2017. 

 E aí, o que você achou dessa história macabra?

 Ghost: Eu já passei diversas vezes na frente do Castelinho e sempre tive vontade de entrar lá! haha, e amava pesquisar sobre a famosa e misteriosa história dele. Fico feliz que o Castelinho voltou a ser um lugar cuidado e bonito, deixando de lado um pouco a sua história horrível. 

domingo, 3 de maio de 2020

Loira do Banheiro (Maria Augusta)

 Todo mundo na vida já tentou invocar a famosa "Loira do Banheiro" alguma vez na escola, e em todas elas existe alguma versão de como o "ritual"'deve ser feito para que a moça apareça de verdade. Mas o que as pessoas não sabem é que essa mulher realmente existiu, e é isso que vamos falar hoje!
 Tudo começou com a jovem Maria Augusta De Oliveira, nascida no final do século 19, em Guaratinguetá, interior de São Paulo, filha do Visconde de Guaratinguetá. Ainda muito nova, com apenas 14 anos de idade, foi obrigada a se casar. 


 Decepcionada com a situação, Augusta, aos 18 anos, vendeu suas joias e foi para a Europa. Lá ficou e infelizmente morreu aos 26 anos, em 1891. Como? Não se sabe já que quando morreu seu corpo foi enviado de volta para o Brasil, e uma das versões diz que saqueadores abriram seu caixão e roubaram as suas joias e informações. Já a outra diz que ela morreu de hidrofobia (raiva), que ainda acontecia na Europa naquela época e tinha como um dos sintomas a desidratação. "Como diziam ver ela andando pedindo para ser enterrada, quando ouviam um barulho estranho no banheiro, começaram a dizer que era ela indo às torneiras para tomar água", diz Gilberto Borges, diretor independente que está produzindo um filme sobre a lenda da Loira do Banheiro
 Quando chegou ao Brasil, seu corpo teve que ficar em uma redoma de vidro enquanto seu tumulo não tinha acabado de ficar pronto. Quando ficou pronto, sua mãe pediu para que não levassem o corpo, assim ficando na casa e levando a sua mãe ter pesadelos todas as noites, apenas quando seu corpo foi sepultado que os pesadelos pararam. 
 Em 1902, a mansão do Visconde se tornou uma escola, a escola estadual Conselheiro Rodrigues Alves. 

 A lenda tomou realmente força quando, em 1916, a escola pegou fogo de forma misteriosa. Funcionários da escola dizem que as vezes se deparavam com todas as torneiras abertas. 
 Com os anos a lenda foi se adaptando e adicionando coisas nelas, devido a lenda da Blood Mary americana. 




 E aí, o que você achou dessa lenda? 

Blogger: Eu amo lembrar de quando eu fazia esses "rituais", que no final era só um monte de criança correndo assustada, haha!
 Confesso que já suspeitava de algo mais real, mas o que me intriga mais ainda é o fato dessa historia terminar com umas pontas soltas, deixando um grande mistério a ser resolvido! Não deixa de ser assustador não é mesmo? 



sábado, 2 de maio de 2020

A Bruxa De Curitiba

 Em novembro de 1877 chegavam navios vindo da Itália que desembarcavam no Brasil, uma dessas pessoas eram mãe e filha, que se fixaram em Curitiba, no bairro Santa Felicidade.
 Devido serem caçadas em seu país natal por serem bruxas, trocaram de nome. Sua mãe Lola e filha Constantina, tinham o mesmo sangue, porém renunciavam coisas diferentes, a filha, a bruxaria, e a mãe á filha que não queria seguir os mesmos passos que ela, lançou uma maldição na filha: “o castigo de uma bruxa que nega seu dom de nascença é ser moça jovem durante o dia e idosa ao cair na noite”.
Apesar de não gostar de bruxaria, Constantina era uma boa aprendiz, aos poucos foi aprendendo a ter um dom para ver o futuro, fazer tanto como o bem para as pessoas como mal também. 
 Assim um dia foram praticar a tal feitiçaria em um cemitério, com o intuito de levantar os mortos, acabaram atraindo um espectador, Giacomo que gostava de Constantina, que ao ver o ocorrido acabou gritando e desmaiando. 
 Constantina ficou tão envergonhada e brava, que fugiu deixando tudo para trás. Chegou a uma floresta ( que anos depois seria chamada de Campo largo), e ficou em uma casa abandonada que encontrou. 
 Com o tempo varias passavam por la pedindo ajuda, e com o toque magico de suas mão poderia ajudar os necessitados. Mas com a maldição proferida pela sua mãe ela acabou se tornando um monstro. De dia ajudava as pessoas, porém de noite matava qualquer um que passa-se por lá. 
 Com fome e sem espaço para enterrar as vitimas, ela acabou saboreando da carne delas. 
 Certo dia um garoto passou por lá, perto da hora em que a bruxa se transformava, ele acabou vendo tudo e correu direto a vila para contar o ocorrido. As pessoas foram ao local e atearam fogo na casa dela. Dizem que até hoje ela assombra o local, matando aqueles que passam por lá a noite.  


 E aí, o que você achou dessa lenda macabra?
 Honestamente diversas coisas foram adicionada na lenda (é claro), o que a torna ainda mais absurda e assustadora, mas não deic=xa de ser uma ótima lenda, não é mesmo?
  

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Fofão: O Boneco Amaldiçoado

  Por meados da década de 1980, surgia um personagem infantil, o Fofão, que era uma especie de alienígena e que fez muito sucesso. Devido a sua fama, diversas empresas de brinquedos se interessaram. A Mimo criou uma miniatura do tal personagem, que com o grande sucesso fez uma linha do personagem.  


 Assim criou-se diversas lendas, sobre o tal boneco ser amaldiçoado. A lenda conta que era possível encontrar um punhal negro dentro do boneco, que era considerado do mal, e a noite ele iria matar a criança com o punhal. De fato existe uma especie de "punhal" dentro dele, logo os pais pararam de comprar e começaram a boicotar o boneco do Fofão.
 A lenda foi desmentida por Deusenir Prieto, gerente de desenvolvimento da Mimo, ele fala que aquilo estava longe de ser um punhal e que não tinha a intenção de machucar as crianças, e que na verdade como o boneco era feito de bolas de isopor por dentro, eles teriam que achar uma forma de fixar a cabeça do boneco, assim fizeram aquele apoio para a cabeça do fofão.


 E aí, você já chegou a acreditar nessa lenda?